Hoje fiz-me folha de papel e voei até ao teu caderno na esperança de te encontrar... Fiquei assim à espera de ver o sol com o teu desfolhar... Pedi aos céus que tua inspiração chegasse para poder assim sentir o sentimento das tuas palavras, o peso da tua mão, o dançar da ponta dos teus dedos em mim... Por fim chegaste, escreveste, rabiscaste... nunca te tinha sentido assim... em mim...usaste-me, amaste-me... o calor que saía da tua mão denunciava uma pura paixão... Foi então que paraste e vi como estavas triste... recostado na cadeira uma lágrima deitaste... Fiquei assim, a olhar para ti, sem nada poder fazer... em folha me transformei para sentir o teu querer... Sem saberes que era eu... a folha rasgaste... em pedaços me deixaste... tal como os nossos sentimentos, que ficaram assim amarrotados num caixote deitados...
Eu sofro de loucura...e aproveito todos os momentos.
Consigo rir como um louco, mesmo quando a vida se vira contra mim, oferecendo-me inumeras oportunidades de progredir, de melhorar,
de saber aproveitar as pedras do caminho. Será assim tão dificil o conseguir? Não, de fácil nada tem, por isso utilizo as minhas lágrimas
o meu choro de criança e o colo que procuro, o peito que me alimentou...o teu.
Tornei-me um turista, quando finalmente consegui descobrir que em cada pessoa existe um mundo, e é nesses mundos que procuro entender,
aprender e a preservar a dignidade que cada um deles carrega.
Falo serio quando os olhos riem e a boca chora, mas também choro quando a boca ri e os olhos te vêm
Em mim...a loucura é personalizada quando procuro nas rosas os sabores de um abraço com cheiro a terra molhada
"...como é que as pessoas continuam dentro de nós de um jeito tão intenso, as pessoas não terminam...à medida que elas continuarem amadas
assim..." "...uma forma de emprestar o corpo ao que não pode estar aqui..." "...agente já não sabe mais dizer o nome da gente sem agente
lembrar o nome dos outros também..." "... eu acho que voçes que são mães, voces têm o poder de nos gerar de novo a vida inteira... que às vezes agente precisa de nascer de novo...
e nascer de novo ás vezes é tão duro né, é tão dificil..."
Desculpe a ousadia mas gostaria de o convidar para o lançamento do meu livro.
A autora Conceição Bernardino e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V.Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “Linhas Incertas”, que terá lugar no próximo dia 30 de Maio, pelas 15.00 horas, na Casa Museu Teixeira Lopes, na Rua Teixeira Lopes, 32 – V.N.G (perto da Câmara de Gaia).
Prefaciado pela Doutora Goreti Dias
Os textos de Conceição Bernardino não escapam à descoberta de um determinado ponto de vista, ou seja, ao inevitável pressuposto de um sujeito, já que não existe uma análise absolutamente neutra, sem indivíduo. Cada poema é uma situação de comunicação em que a subjectividade dá lugar à apresentação claramente incisiva de alguém que gira nas esferas de valores observadas e colhidas na sociedade, ciência, moral e arte, a reflexão de um acto de conhecimento da autora em contacto com o mundo real, as suas injustiças, guerras e desamores. (…)
A poesia de “Linhas incertas” tem uma força imagética que nos roça a pele e penetra a carne, uma magnitude que, poesia dentro, se faz a cada verso mais crua, mais real. A presença de predadores na esquina dos desprevenidos, dos simples e dos desprotegidos! Da passividade à actividade, o sujeito da enunciação instiga “Crentes do nada, do vazio, levantai a cruz,/que a morte cala todos os dias...” em “ Sexta-feira Santa”; as palavras oferecem-se à partilha da dor: “Sou um pedaço de carne/que atiram aos cães”, em “Retirem-me estes cadeados”.
A apresentação da obra será feita pela escritora Rosa Maria Anselmo
De coração, te agradeço, amigo(a) ausente, amigo(a) presente, calado(a), risonho(a), de alma, de mesa, amigo(a) de rua, amigo(a) virtual mas real em mim! A Todos(as) que dia a dia, todos os dias, me estendem a mão, me ajudam a subir mais um degrau. Para ti, o meu sorrizo
não digo que estou sem tempo
porque para as pessoas tenho sempre tempo
porque para ti ainda tenho mais um minuto depois do relogio parar
mas digo antes que por vezes é preciso nos refugiar-mos de nós proprios
e de todos os pensamentos menos positivos que nos envadem
é preciso buscar o equilibrio
a alegria
o sorriso
o amor
a vontade
por vezes é preciso ter a coragem de mudar
de aceitar que a mudança apareçe quando tem que aparecer
através de quem escolhemos
nos lugares que menos esperamos
Por vezes é preciso baixar a guarda
esquecer a teimosia
as dores
para que oiçamos o que nos falam
por vezes é preciso repetir
é preciso jogar para aprender
seguir o mandamento segundo
INSTRUIVOS
por vezes...
Obrigado, um beijo em teu coração
Demasiada perda de tempo...do nosso tempo e o do outro, quando não se abraçou, quando não se olhou,
quando não se amou, quando não se tocou, não se sentiu, não se alegrou, quando não se chorou de
emoção. Quando nos perdemos nas palavras ocas do nosso orgulho, do nosso egoismo. Quando sabemos
que é demasiado? Quando não se aguenta mais a saudade de um beijo...
.Tudo sobre o dia dos namorados já foi dito, resta pouco para dizer...por isso que sejam muito felizes com os vossos(as) companheiros(as). Nunca nos esquecendo daqueles que já viram o seu amor ir embora, na esperança de um dia se reencontrarem. Aos velhinhos deste mundo lhes desejo um dia de tranquilidade junto de quem mais amam. Um abraço/beijo Gifs, Flash e vídeos para seu Orkut = www.animaorkut.com
Queria gritar mais alto que o som...
queria dizer-te que nas minhas veias corre uma dor rubra que é ácida quando me jorra da boca...
E eu grito...e eu grito todas as dores...todas as lágrimas..todas as perguntas que ficaram sem resposta mas o teu eco silencia-me...não o ouço...não vejo a tua voz a cruzar com as andorinhas e eu morro mais um pouco...
Puxo-me para um buraco onde possa fugir da pressão exercida no peito por não te sentir..por não te cheirar os passos nem engolir as curvas do pescoço.
Asfixio o ar que devia respirar com orgulho..danifico os sorrisos com os maxilares cerrados com força...crio rugas na pele e dispo-me de perfumes.Ainda semeio o meu jardim com lágrimas de carne que adubam a terra onde teimosamente nasces e continuas a ser o cravo mais bonito no meu jardim ...
E eu...a mesma pétala perdida de sempre tentando agarrar a esperança no verde das tuas folhas...
Daniela Pereira
Direitos Reservados
Não podia deixar de partilhar este lindo video. As lágrimas que nos molham o rosto nem sempre são de tristeza. Um brinde a este pai, que com o seu gesto nos ensina tanto, tanto tanto...Obrigado Moranguinho Pereira por este video. Um Beijo/abraço
rui monteiro