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Assino a minha senteça Ao computador. Chega a doença e acende a fogueira da dor. O amor? Foi-se!
Escrevo a minha morte À luz do candeeiro. Velas? Nem vê-las! Pudesse eu bebê-las Provar da sua cera Perceber esta chama triste E saberia porque partiste! Tivesse eu a certeza de mim E fugiria, assim Como tu!
Oh, confusão, inaptidão, inacção, podridão E outros «ãos» que tais, tão normais! Deixem-me sorrir, partir, rir, rir, rir, rir, rir E sorrir!
Deixem-me aqui, pr'aqui sozinho Que eu hoje sinto-me pequenino!
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Dec 2, 2007
7:37 AM
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