Eu costumava governar o mundo
Mares agitavam-se sob o meu comando
Agora, pela manhã, arrasto-me sozinho
Varrendo as ruas que costumava governar
Eu tinha por habito jogar aos dados
Sentia o medo no olhos dos meus inimigos
E ouvia como o povo cantava:
"Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!"
Por um minuto só eu segurei a chave
Próximo das paredes que se fechavam ante mim
E percebei que meu castelo estava erguido
Sobre pilares de sal e pilares de areia
Eu ouço os sinos de Jerusalém a tocar
Os corais da cavalaria romana a cantar
Sê o meu espelho a minha espada e o meu escudo
O meu missionário em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu nao te consigo explicar
Quando tu partiste
Nem uma única palavra sincera nos restou
Mas isso tudo aconteceu quando eu governava o mundo
Foi o terrível vento selvagem
Que derrubou as portas para que eu entrasse
Janelas destruídas e o som de tambores
O povo não conseguuia acreditar no que eu me tornara
Revolucionários aguardam
Que a minha cabeça seja posta numa bandeja de prata
Sou penas uma marioneta numa corda solitária
Oh, quem realmente ia querer ser rei?
Eu ouço os sinos de Jerusalém a tocar
Os corais da cavalaria romana a cantar
Sê o meu espelho a minha espada e o meu escudo
O meu missionário em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu nao te consigo explicar
Eu sei que S.Pedro não irá chamar pelo meu nome
Nem uma única palavra sincera nos restou
Mas isso tudo aconteceu quando
Eu ainda governava o mundo
CHRIS MARTIN (COLDPALY)